A obra apresenta uma paisagem marcada pelo encontro entre luz e silêncio. Em primeiro plano, a árvore se impõe como elemento central da composição, recortada contra um céu de tons quentes que evocam o momento do entardecer. O sol, baixo no horizonte, ilumina suavemente a cena e conduz o olhar do visitante, criando uma atmosfera de tranquilidade e introspecção.
A imagem sugere pausa e contemplação, convidando o observador a se deter nos detalhes e na sensação de passagem do tempo. A presença solitária da árvore reforça a ideia de permanência e resistência, enquanto o céu alaranjado traz calor e serenidade ao conjunto. É uma obra que dialoga com a experiência cotidiana do pôr do sol, despertando memórias, afetos e diferentes leituras a partir de quem a observa.