Em A Boca Nova do Beijo, Jeann Maz transforma o papel machê em matéria de forte expressividade poética, revelando sua habilidade em elevar um material simples a uma linguagem artística sofisticada. A escultura explora formas orgânicas e texturas cuidadosamente trabalhadas, criando uma presença sensível que desperta emoção e curiosidade.
A obra estabelece um diálogo direto com o observador, sugerindo narrativas abertas e múltiplas interpretações. Cada detalhe reforça a relação entre forma e sentimento, convidando à contemplação e à reflexão sobre o gesto, o afeto e a comunicação humana. É uma peça que une delicadeza e força expressiva, evidenciando a inventividade e a sensibilidade artística de Jeann Maz.