Neste busto, Tairone apresenta mais do que a imagem de uma figura histórica: constrói uma presença. A obra evoca Juscelino Kubitschek como símbolo de projeto, visão e ideal de futuro, capturando não apenas seus traços, mas a ideia de liderança associada ao seu legado.
O olhar do personagem se mantém firme e sereno, transmitindo estabilidade e confiança. A postura frontal reforça a sensação de solidez e permanência, como se o busto se colocasse em diálogo direto com o espaço ao redor e com quem o observa. Não há dramaticidade excessiva; o que se destaca é a sobriedade, a dignidade e a noção de responsabilidade que a figura carrega.
Mais do que uma homenagem, o Busto de JK propõe um encontro entre memória e presença. Tairone transforma a escultura em um ponto de reflexão sobre história, identidade e construção coletiva, convidando o espectador a reconhecer, na forma escultórica, a permanência de um ideal que ultrapassa o tempo.


































































































