Em “Capim”, Lourenço de Bem traduz a vitalidade da paisagem natural por meio de uma composição marcada pelo movimento e pela espontaneidade. Os gestos amplos e orgânicos sugerem a ação do vento sobre a relva, criando ritmo e fluidez na cena.
Elementos simples da natureza se organizam de forma expressiva, evocando liberdade, leveza e conexão com o ambiente. O olhar do observador é conduzido pela energia dos traços, que transmitem dinamismo e harmonia.
A obra revela a sensibilidade do artista diante do cotidiano natural, transformando a simplicidade do campo em uma experiência visual poética. “Capim” convida à contemplação da natureza em seu estado mais essencial e vivo.